segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Infecção urinária é a infecção bacteriana mais comum no ser humano, principalmente entre as mulheres dos 20 aos 40 anos e as grávidas. Já os homens sofrem mais na primeira infância e depois dos 55 anos, sobretudo por distúrbios na próstata.
O problema é tão recorrente que apenas 10% das pessoas que responderam à nossa enquete no site disseram desconhecer a dor e a ardência típicas da infecção.
Dependendo do local em que os agentes invasores se instalam, a doença é chamada de vulvovaginite (abertura da vagina), cistite (uretra e bexiga) ou pielonefrite (rins). E, na hora do aperto, muita gente ignora o sinal do cérebro de que a bexiga está cheia e deixa para fazer xixi depois. O problema é que, ao não urinar, a uretra pode ficar mais suja e facilitar uma complicação.
Quem esclareceu melhor o assunto nesta terça-feira (6) foi o urologista Marcelo Vieira, ao lado do ginecologista e consultor José Bento. Os médicos também ensinaram cinco dicas para evitar doenças no aparelho urinário.
Infecção urinária (Foto: Arte/G1)
Beber água é fundamental para prevenir inflamações e infecções. A hidratação ajuda a manter o aparelho ativo, com fluxo de urina normal e saudável. A água também é necessária para uma série de processos metabólicos e biológicos do organismo.
Outra dica importantíssima destacada pelo Bem Estar é que as pessoas devem prestar atenção na cor da urina, que precisa ser clara. Uma coloração mais amarelada pode ser falta de hidratação, alimentação ou decorrência do uso de medicamentos. A primeira urina do dia é mais escura porque à noite um hormônio secretado aumenta a absorção de água e a concentração do xixi.
Se houver sangue na urina, sinal de alerta: há 80% de chances de você precisar de tratamento. O sangue pode indicar infecções, doenças hereditárias (como rins policísticos), pedras nos rins, doenças de próstata, traumas e até tumores.
Portanto, sempre que você ou alguém da sua família detectar sangue na urina, é preciso procurar um médico e fazer os exames indicados. Esse xixi pode aparecer com coloração avermelhada ou até marrom, quase preta.
A dica seguinte é sempre urinar depois do sexo. Isso porque o atrito e as bactérias envolvidas na relação podem contaminar a região pélvica da mulher. Ao fazer xixi, o aparelho urinário é exercitado e elimina grande parte das bactérias que podem ter entrado na uretra e ir em direção à bexiga. A própria vagina já concentra micro-organismos que podem causar infecção.
A higiene íntima também é imprescindível, principalmente para as mulheres, que têm a vagina e o ânus em locais muito próximos. Uma boa dica é limpar, sempre que possível, o xixi com papel higiênico e o cocô com chuveirinho.
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Sabonetes íntimos também são úteis, mas devem ser usados na medida certa (até uma vez por dia), porque a vagina tem uma flora bacteriana importantíssima para manter o pH da região e proteger a mulher. Absorventes internos precisam ser trocados a cada 2 ou 3 horas, e não se deve dormir com eles.
De qualquer forma, a limpeza precisa ser eficiente, para que as bactérias da vagina e do ânus não entrem no canal da uretra. A bactéria mais comum entre as responsáveis pela infecção é a Escherichia coli, que vive no intestino e pode passar para o trato urinário. Para evitar o contato desse aparelho com as fezes, devem-se limpá-las sempre de baixo para cima. Um lenço umedecido também pode ser um bom aliado na limpeza íntima feminina.
Sistema urinário
É composto pelos rins, ureter (canal que leva a urina dos rins até a bexiga), bexiga e uretra (canal que conduz a urina da bexiga para fora do corpo).
A bexiga precisa ter um mínimo de líquido armazenado para que a pessoa consiga fazer xixi. Se for muito pouco, ela não funciona e fica esperando encher. Na hora do aperto, a bexiga envia um sinal para o sistema límbico, no cérebro, que manda o corpo resolver o problema com urgência.
O ideal é não deixar a bexiga chegar ao volume máximo, porque ela pode pressionar os músculos em volta e provocar uma sensação de incômodo e desconforto. Com a idade, o assoalho pélvico perde a sustentação e a força, facilitando a ação das bactérias. Por isso, beba sempre muita água e faça xixi como frequência.
Diagnóstico
Existem dois exames essenciais para descobrir qual é a origem do seu problema urinário. O primeiro é um teste de urina tipo 1, que fica pronto no mesmo dia e detecta o número de leucócitos (células de defesa) no xixi. Se houver demais, é sinal de que alguma bactéria entrou no sistema urinário e está causando infecção.
O segundo exame é a urocultura. As bactérias da urina são cultivadas durante cinco dias para identificar quem são elas e, consequentemente, qual é o antibiótico mais eficaz para eliminá-las.


COMENTARIO : COM ISSO AS MULHERES PODEM SE CUIDAR MELHOR DO QUE JA SE CUIDAM  E ENTENDER COMO OCORRE A INFECCAO URINARIA

DATA: 

Homens também comem compulsivamente, diz estudo

Comer compulsivamente não é apenas um distúrbio alimentar constante no sexo feminino. De acordo com estudo publicado na revista Internacional Journal of Eating Disorders, os homens também sofrem com o distúrbio, que faz com que a pessoa perca o controle na quantidade de comida ingerida.
A pesquisa reuniu 46.351 pacientes, entre homens e mulheres, e analisou como cada um deles se comportava em relação a comidas. Os pesquisadores descobriram que 8% dos homens e 11% das mulheres tinham tendência a comer compulsivamente.
Os que já vinham comendo compulsivamente há um mês, tanto homens quanto mulheres, tinham mais chance de se tornar obesos, ficar depressivos e ter problemas para dormir, bem como reduzir a produtividade no trabalho.
Ruth Striegel, professor e psicólogo da Universidade de Wesleyan, destaca que antes do estudo a percepção era de que o problema era encontrado apenas entre as mulheres, mas que ele afeta também um grande contingente de homens.
A maior diferença entre o distúrbio em homens e mulheres é que o sexo masculino não busca por tratamento. Dessa maneira eles participam menos de estudos que podem ajudar os médicos a descobrir como ajudá-los.
Segundo os pesquisadores os homens não costumam buscar tratamento, pois não veem como anormal a compulsão alimentar que tem, ao contrário das mulheres

COMENTARIO : QUEM SABE DEPOIS DESTA PESQUISA    OS HOMENS COMECEM   A SE CONCIENTISAR QUE  TEM QUE PARAR DE COMER POR QUE FAZ UM GRANDE MAU PARA O ORGANISMO PODEMDO TER ATE UM INFARTO

DATA : 

31/10/2011 - 17h38


LINK:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2011/10/31/homens-tambem-comem-compulsivamente-diz-estudo.jhtm

Novo Código Florestal ameaça produção de camarão

Brasília - Na reta final da negociação da reforma do Código Florestal, nenhum ponto das regras de proteção do meio ambiente divide mais os senadores que o uso econômico de uma parcela dos manguezais, atualmente ocupada pela produção de camarão e de sal. Em torno dos chamados apicuns, trava-se uma batalha de lobbies no Congresso.
Os manguezais - apicuns incluídos - somam 12 mil km² do território nacional, cerca de 8 vezes o tamanho da cidade de São Paulo. O cultivo do camarão ocupa 185 km² e foi responsável por US$ 226 milhões de exportações do setor da pesca em 2010.
O questão dos apicuns ganhou ares de polêmica ainda durante a votação na Câmara por meio do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), porta-voz do presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC), Itamar Rocha.
O tom era de alarme: se o Código impedisse a exploração comercial nessas áreas, tornaria inviável a produção de sal e camarão no Rio Grande do Norte. A atividade econômica de outros Estados do Nordeste também seria atingida.
No Senado, às vésperas do fechamento do texto do relator Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), os apicuns ameaçam rachar a base governista. O senador, que apresentará seu texto na terça-feira, ainda procura uma saída que acomode interesses divergentes.
Tentativas
Uma das possibilidades em estudo contemplaria as atividades já existentes e impediria a exploração econômica futura de áreas de manguezais, seguindo as linhas gerais da reforma do Código, que tende a liberar a ocupação pelo agronegócio em áreas desmatadas até 2008.
Há mais de três anos, norma baixada pelo Ministério do Meio Ambiente já mandava suspender novas autorizações para empreendimentos de produção de camarão em manguezais. Atividades já licenciadas em Áreas de Preservação Permanente (APPs) deveriam retirar as instalações e promover a recuperação das áreas. Mas essa norma nunca foi cumprida e os produtores mobilizaram parlamentares para assegurar a atividade.
Em outra frente, o governo insiste em que não é "razoável" reduzir a proteção dos manguezais, ecossistema do qual fazem parte os chamados apicuns e salgados. O movimento se intensificou depois de a Câmara liberar as atividades nessas áreas na votação do Código Florestal.
Documento assinado pela comissão técnica sobre manguezais do Comitê Nacional das Zonas Úmidas em agosto insiste em que a proteção dos apicuns é fundamental para a qualidade da água e fertilidade da zona costeira.
"Os apicuns contribuem para a estabilidade e a produtividade do ecossistema, importantes para a produção pesqueira e para a segurança alimentar", diz o texto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo


COMENTARIO : AINDA BVEM MESMO O CAMARAO QUE E UM ANIMAL QUE EXITE AOS MONTES UMA HORA ACABA E SE ACABA IMAGINA O IMPACTO AMBIENTAL QUE HAVERIA

DATA:

23/10/2011 - 10h33

LINK ; http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/estado/2011/10/23/novo-codigo-florestal-ameaca-producao-de-camarao.jhtm

Falta de higiene em fábrica nos EUA favoreceu bactéria em melões

Washington - A falta de higiene nas instalações da fábrica da Jensen Farms no Colorado permitiu a disseminação da bactéria listeria em melões, de acordo com a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês). A intoxicação causada por melões contaminados já matou 25 pessoas nos Estados Unidos, o pior surto alimentar desde 1985.

"A estrutura da fábrica de embalagem (dos melões) permitiu que a água empoçasse no chão, próxima aos equipamentos e às vias de passagem dos funcionários", disse a FDA. Segundo as autoridades, a unidade foi "construída de maneira que dificultava a limpeza".

Ainda não está claro como a bactéria chegou à fábrica da Jensen Farms antes de se espalhar para os melões, mas pode ter vindo da terra onde as frutas foram cultivados ou do caminhão usado para transportá-las. A Jensen Farms anunciou o recolhimento de milhões de melões em 14 de setembro, um dia antes de a FDA ter confirmado que a companhia era a fonte das doenças. As informações são da Dow Jones.
Filipe Domingues

COMENTARIO :  A FALTA DE HIGIENE NUM PAIS COMO OS ESTADOS UNIDOS E MUITO SERIO POIS OLHA A FAMA QUE TEM ESTE PAIS E SE TIVESSE OCORRIDO UMA EPIDEMIA A SAUDE DAS PESSOAS NAO E IMPORTANTE POR ACASO.

DATA :

19/10/2011 - 15h53


LINK: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/estado/2011/10/19/falta-de-higiene-em-fabrica-nos-eua-favoreceu-bacteria-em-meloes.jhtm

Morcegos se orientam usando rápidos músculos vocais

Os cientistas chamam de "zunido final" o último som ouvido por um inseto antes de ele virar comida de morcego. Esse som de ecolocalização --sistema de sonar que pode ser usado para rastreamento de uma presa-- tem um ritmo acelerado de até 190 "zunidos" por segundo e também serve para navegação.
Nunca se soube exatamente como esse som é produzido de forma tão rápida, mas agora os cientistas relatam que os morcegos conseguem emiti-los graças a músculos vocais que funcionam a alta velocidade. Eles seriam os primeiros mamíferos conhecidos a possuir esse tipo de músculo.
Apesar de muito frágeis, tais músculos se contraem cem vezes mais rápido do que os humanos. Além disso, a velocidade supera a do músculo mais rápido dos humanos, que fica nos olhos.
VELOZES
Os músculos mais rápidos descobertos até hoje pertencem a pássaros cantantes, a cobras cascavéis e a certos tipos de peixes --todos utilizam na produção de sons.
Pesquisadores da Universidade do Sul da Dinamarca e da Universidade da Pensilvânia queriam verificar se esses músculos também estavam presentes nos mamíferos, o que os levou a observar morcegos da espécie Myotis daubentoni, encontrada em toda a Europa e a Ásia.
"Pensei que, se os encontrássemos em mamíferos, eles seriam os morcegos'', afirmou o autor do estudo, Coen Elemans, professor adjunto da Universidade do Sul da Dinamarca. "Quando o animal caça presas que se movem rapidamente e tentam escapar, é muito importante produzir esses sons a um ritmo bem acelerado'.'
No estudo, publicado na revista "Science", Elemans e seus colegas registraram os sons dos morcegos e determinaram o momento em que o eco chega aos ouvidos deles.
Os cientistas descobriram que o cérebro dos morcegos processam os sons ainda mais rápido do que seus músculos podem gerá-los.
Em alguns casos, são processados 800 sons por segundo, antes que as emissões comecem a se sobrepor aos ecos, causando confusão.


   COMENTARIO : SE CONSEGUISEMOS UASR ISSO PARA A NOSSA SAUDE SERIA UM GRANDE AVANCO PARA A QUESTAO BIOLOGIOCA

DATA ; 10/10/2011 - 11h03

LINK : http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/988236-morcegos-se-orientam-usando-rapidos-musculos-vocais.shtml